rascunho preliminar sobre o guia do mochileiro da van poesia

estou preparando um texto compilando os aprendizados da viagem, mas dyva-do-céu, eu não tenho o pique dessa equipe que escreve posts quilométricos na estrada não. eu bocejo profunda e repetidamente, fico mau humorada às 21h30 e estou babando as 22h. Especialmente agora depois dessa viagem corrida, em que eu estou basicamente intercalando entre dormir, comer e tentar trabalhar.

mas vamos começar do começo, ou seja, do que eu cuspi hoje de manhã no divã às 9am depois de ir dormir as 3am:

Aprendizado número 1:

– sabe aquele desgaste natural que rola quando você viaja com os seus amigos fazendo uma função-trabalho, cumprindo horários puxados, passando frio, dormindo em lares desconhecidos e se espremendo num veículo apertado?

então. é mentira. não existe desgaste natural porra nenhuma. dá pra não ter esse desgaste, mesmo tendo problemas no percurso, e dá pra terminar a viagem sentindo ondas de amor e querendo mais.

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tipo aquela passagem do matrix em que a criança pega a colher e fala: there is no spoon. e a colher entorta. o desgaste natural que você espera é uma construção, inventada por alguéns que não puderam achar outro caminho.

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agora beijos que já são dez e meia e estou morrendo de cansaço.

:*

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